Tu vagueias em infinidade ínfima, num trejeito sem jeito.
Tuas dores, as minhas, sem apelo é também desleixo.
Sei o que buscas ao correr sob águas,
Descongelando os pés que há muito serpenteio.
Sabes, de tocaia, que teus olhos não mentem
Nem nunca falaram coisa que faz sentido.
Desinformo-me da vida ao saber dos teus gestos
Teu peito que arfou em calor e ímpeto,
Em tempestade não literal.
Ouço que na vida teus rodeios não mais valem
Tuas buscas, solavancos,
Teus dedos, dor pífia.
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humm
ResponderExcluirteus pés que há muito serpenteio...
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