domingo, 26 de abril de 2009

Mulheres, socorro!!

Praia, mar, areia. Dia de sol. Biquini minúsculo, bunda gigante. Eis que tomo conhecimento da Mulher Caviar. Na mesma notícia, que tratava dos relacionamentos amorosos de Adriano, que se auto intitula, ou intitulava, Imperador, conheci a Mulher Moranguinho.
São tantos os apelidos carinhosos, que fiquei me sentindo, de certa forma, por fora da contemporaneidade, e resolvi pesquisar sobre os simpáticos nomes que as mulheres brasileiras recebem.
É impressionante como as pessoas tem criatividade para nomear os tipos de garotas. Fiquei abismada com a quantidade de categorias que criaram para subdividir o gênero feminino da espécie humana. E é mais impressionante ainda como os próprios exemplares da espécie adotam esses apelidos como nomes artísticos - ou, em alguns casos com interesses playboysísticos, nomes de guerra.
Claro que me deparei com uns mais batidos, aqueles que já passaram pelas revistas de moças nuas, como a Mulher Melancia, a Mulher Melão... Foi aí que eu descobri que além de melancia, melão e moranguinho, e, pasmem, pomar ("que é muito mais fruta") temos outras milhares de mulheres frutíferas e com codinomes que eu jamais pude imaginar o significado.
Pesquisando sobre estes nomes, me deparei com a enquete "Qual é o seu tipo?", que listava alguns desses apelidos. Foi aí que descobri que a mulher pão é aquela que tem sempre o mesmo gosto, mas ainda sim você come todo dia; que a mulher aperitivo é a que, acompanhada de uma bebida, você come e ainda acha bom; que a mulher maracujá é uma toda enrugada, mas que mesmo assim dá pro gasto; que a mulher lagosta é aquela que só come quem tem dinheiro e que a mulher salada é aquela que parece gostosa, mas na hora, nem tanto.
Entre esses, descobri a identidade da mulher Ford Maverick (antiga, já esteve na moda e bebe pra caramba), da mulher Coca 2 litros, que dá pra seis e da mulher Bandeira de Pirata, que é só pano e osso. Também conheci a mulher salaminho, que apresenta canelas com manchas senis (salve a criatividade!)

Experiência fantástica.

Acho que prefiro a época em que éramos, entre outras funções um pouco mais nobres, só objetos sexuais, cheios de glamour e sem apelidinhos apelativos.

Um comentário:

  1. hahaah, sensacional sua pesquisa, carola!
    fiquei triste pq vc nao mencionou a mulher caviar...
    afinal, qual foi o resultado do seu teste?
    p.s.: tem a mulher corrimão tb, aquela que todos passam a mão.

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