Aos grandes camaradas, um pouco de saudade! Desejo sempre ao mundo aquela simpatia energizante que entrego sempre tão de graça, que acho que às vezes deveria cobrar.
Um brinde aos que falam mal de mim! Sua lucidez me enobrece, meus caros. Inimigos, que venham. Acho que não tenho nenhum, mas certifico-me que adoro todos.
Amor, amor! Quem não precisa de um pouco de amor? Eu quero uma boa dose, copo cheio, por favor, de amor. Amor pra mim, pra você, pra ela. Amemo-nos todos! Desejo amor.
Amigos, meus amigos, eu amo vocês. Quero dar vocês ao mundo, de tão bons que são. Tão lindos, frios, quentes, dizimáveis, arrasadores. Quero vocês, quero sempre, quero muito.
Quero saudade de você que eu sinto tanto sempre todo dia toda hora.
Ai, simpatia melancólica que a gente dá de graça a cachaça só por hábito. De dar.
Toupeiras da minha vida, tão lindas e amarelas que espio da janela quando vão passar para dar um alou.
Alou alou, gente boa, tão boa gente que quero perto. Fiquem juntos, isso, junto de mim. Eu quero.
Ah, eu quero a saudade insalubre salutar que me assome e mata e ama e desfaz toda a simpatia angustiante.
Venham, amigos, inimigos, que vos amo tanto que quero gritar ao mundo só pra deixar escorrer um pouco de coisa boa pra quem precisa.
Vendo canções, um pouco ruins, mas caso queiram, cá estão. Canto a vida pra vocês que são a minha pura razão de existência. Existência de razão. Vocês, e um pouco de mim.
Até mais ver, meus caros.
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